
Opa!
Faz tempo que não posto nada no meu blog. Falta de tempo mesmo. Dezembro de 2009 foi super corrido.
Esse ano começou mais light. Acabo de chegar de uma viagem a trabalho por uma empresa de mapeamento digital (GPS). Fizemos alguns trechos entre São José da Coroa Grande em Pernambuco e Maragogi em Alagoas.
Caracas... Essas praias são lindas demais. Pena que não deu para curtir uma prainha. Apenas curtindo o visual muito rapidinho hoje, antes do café da manhã (fotos).
Ficamos hospedados na Pousada Vivenda Oriente. Muito aconchegante e agradável. Fica à beira mar, num trecho bacana de SJCG. O preço que achei um pouco salgado: R$ 200,00 a diária e o café da manhã um pouco fraco, sem buffet.
Maragogi estava lotado de gente.... Muitos carros, e trânsito um pouco confuso, desvios por conta de obras nas ruas.
Depois, fomos até Maceió, fazer algumas coletas de campo. Maceió tem uma orla maravilhosa que dá de 10 a 0 em Recife.
Bom, é isso.
Bons ventos para todos.
ps: Estou arrumando espaço para dar continuidade a construção da canoa... A casa está em obras.... confuso d+.
Orli fez algumas travessias muito interessantes. Sempre em um baro a remo tipo Dory. Abaixo segue narrativa do próprio, retirado do seu blog Blog de Orli Rodrigues (na íntegra) em http://orlirodrigues.multiply.com/journal/item/2/2
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Expedição a Paraty
Mais uma vez o desafio do mar me encheu o coração; é um sonho que aquece a alma.
Tamanu in Fiji
Estava a procura de videos do projetista de barcos Gary Dierking. Gostei muito deste Tamanu. Muito bacana. Dêem uma sacada...

Estava pesquisando sobre circunavegações em perquenos veleiros na internet, quando me deparei com a história do Russo Evgueniy Alexandrovich Gvosdev. Eu já tina lido alguma coisa sobre ele no início deste ano, mas agora resolvi pesquisar mais a respeito.
Evgueny, engenheiro naval aposentado, ficou conhecido mundialmente por ter dado a volta ao mundo a bordo do seu barco, o Said, que foi construído na sacada (varanda) do seu apartamento.
Em Novembro de 2008 foi encontrado morto ao lado do seu barco atual o Getan II, com um ferimento na cabeça. Dias antes, chegou a se comunicar com um amigo, informando que o mastro do seu barco tinha quebrado, devido a fortes ventos e correntes o levariam para costas de Ostia na Itália, onde faria o reparo em um porto próximo. Não chegou em tempo.
Fico imaginando esse homem navegando nesse pequeno barco, sem conforto e principalmente, sem equipamentos hoje imprescindíveis para longas travessias num barco construído com restos de material na sacada de um apartamento em que vivia em Cáspio. Dá pra imaginar?
Em sua parada no Rio de Janeiro, ganhou um motor e GPS usados, doados pelo ICRJ e amigos admiradores.
Sempre que indagado sobre o tamanho do barco, respondia:
“I have not a big boat. Big boat, big problems."
Veja um video no Youtube que conta mais sobre sua história, narração do Sr. João Kojin.
Mais algumas fotos de Evgueny:





Quem o conheceu pessoalmente o invejou, pela sua simplicidade, humildade, coragem, determinação e persistência. Um homem que tinha o sonho de navegar pelo mundo e de fazer amigos em cada parada. Que experiência! Quem não o conheceu fã incondicional.
Bons ventos pra você, Evgueny, sempre!
Pessoal.
Gostaria de compartilhar aqui com vocês, amigos e leitores deste humilde espaço para amantes do mar e barcos artesanais, o lançamendo do livro acima: Polinésio. O Sonho, a construção e a viagem do meu primeiro veleiro. O autor é Tarcísio Silva, nosso conterrâneo de Recife. Particularmente eu não o conheço, pois quando voltei a morar em Recife, ele e sua família já haviam zarpado em sua fantástica aventura. Eu ainda não encomendei o meu exemplar, mas o farei em breve, pois deve ser um relato fantástico.
Tárcisio é um apaixonado pelo estilo de construção de James Wharram (projetista dos famosos Tiki 21 e Hitia 17), faz parte do Grupo de Amigos e Construtores Wharram (Wharram Builders and Friends). Vocês podem encontrar maiores informações e o Personal Profile do Tarcísio Silva aqui e aqui.
Abaixo, segue a transcrição na íntegra da sinopse do Livro Polinésio.
¨Passaram-se 16 anos, entre o surgimento da idéia de ter o meu próprio veleiro e morar a bordo, até a conclusão do Polinésio e a nossa mudança pra bordo, já no primeiro dia.Num relato amador, despretensioso, mas certamente empolgado, compartilho aqui - quase pessoalmente, com o leitor - o desenrolar do projeto, da construção e da viagem do barco e da vida que sonhei pra mim e pra minha família; comentando como viabilizei, a partir da leitura de um livro, a construção de um “iate”. E pude constatar que para viver a bordo de um veleiro não se precisa de tanto dinheiro e glamour assim.
Já pintor e escultor profissional, no início dos meus trinta anos, comecei a navegar em veleiros de oceano como aprendiz, tornando-me mais adiante marinheiro, imediato e capitão. Trabalhei muitos anos como skipper, fazendo dellivery pela costa brasileira.
Frequentando estaleiros e prestando serviços de construção, manutenção e reforma em diversos veleiros, passei a construir esculturas-catamarans e tornei-me também construtor naval. Aprofundando o estudo dos catamarans, acabei recentemente enveredando pelo caminho do design e projetando o meu próximo barco.
Entre 1999 e 2000, no fundo do meu atelier de esculturas, em Recife, construí o catamaran “Polinésio”, um projeto Tiki 21’, em compósito de madeira/fibra de vidro/epóxi.
Neste barco, com a esposa Dandô e o filho Pedro moramos há nove anos. E nele navegamos de Recife a Paraty. Percorrendo mais de 2000 milhas náuticas e fazendo escalas em mais de cinqüenta pontos da costa brasileira.
A mudança pra bordo trouxe-nos uma melhoria significativa na qualidade de vida, ao passo que assumíamos um estilo de vida ainda mais alternativo e passamos a viver realmente juntos, 24 horas por dia; no mar! E passamos a ter tempo para nós e para ver o nosso filho crescer. E liberdade pra escolher os clientes, as mais belas paisagens, os melhores vizinhos!
Com a mudança frequente de endereço, a escola, o atelier e o estaleiro passaram a ser no próprio barco, incrementados com a Internet a bordo.
A educação do pequeno Pedro é ministrada a bordo por nós. As aulas às vezes acontecem na praia ou no próprio local dos acontecimentos históricos, sociais, geopolíticos que estão sendo estudados.
Trabalhamos por temporadas nos portos que gostamos e queremos conhecer mais.
Acreditando que podemos realizar nossos sonhos, com perseverança, construímos nosso próprio barco e mudamos nossas vidas. 10 anos depois, estamos começando a construção de outro catamaran, agora com 34 pés.
Um veleiro para ir mais longe!
A viagem continua...¨
Para comprar o livro acima, acessem a página http://www.veleiro.net/polinesio/livro.htm ou escrevam para : livropolinesio@veleiro.net para maiores informações sobre como adquirir.
Boa aventura e bons ventos!
Gente!
Chequei ontem de viagem (Transnordestina) e hoje pela manhã, dei uma passeada com o meu filhão lindão Matheuzão! hehehe Ele fica todo bobo quando o chamo assim.
Fomos dar uam voltinha pela “Ilha do Amor” ou Praia do Paiva, como é atualmente chamada. Ilha do Amor era antigamente, quando estava quase desabitada e sem movimento de gente algum. Muitos casais iam pra lá para namorar e coisa e tal.
Pois bem. Saímos de casa cedo e fomos andando até Barra de Jangada de onde se atravessa para a ilha, que na verdade não é ilha. Veja a foto do Google Earth.
Foi muito legal. Achamos alguns caranguejos chamados "maria-farinha" e algumas estrela-do-mar (diferente daquelas que o pessoal está acostumado encontrar. Essas são redondas, tipo umas bolachas, com simetria radial) mortas na praia. Também vimos muito baiacus espinho mortos e secos já, além de peixes-cofres grandes na beira da praia – mortos.
A praia estava deserta, só pra gente mesmo. Andamos um pouco e voltamos pra casa. Dá uma olhada no visual, que legal.
Acabei de voltar de uma viagem muito legal. Fui para o interior de Pernambuco e do Piauí. Estava levando uma turma de biólogos para fazerem o levantamento da fauna dessas regiões (Nascente / Paulistana). Essa equipe de biólogos foi contratada pela Transnordestina para fazerem o levantamento da região por onde a ferrovia vai passar.
Foi muito interessante para mim, depois de muito tempo, poder estar novamente em contato com pessoas da minha área (formação de biólogo). Acho que os caras que estavam comigo não levaram muita fé não, que eu também era biólogo, afinal, fui como motorista contratado como "free-lancer" pela Localiza.
Valeu muito a pena! Conheci pessoas ótimas de se relacionar e fazer amizades. Dentre elas, gostei muito do "peixeiro", apelido que pegou muito rapidamente do Ictiólogo Telton, e do "Sidnelson", seu auxiliar. Brincadeiras a parte, os caras são bons profissionais e não brincam na parada!
Também gostei de ter conhecido a Bianca, Olívia, Eduardo e o conterrâneo Marcílio (gente muito boa!).
Ah, já ia esquecendo de mensionar. Altas aventuras dirigindo uma pickup L200 4x4 mecânica. Bom carro para se pilotar off-road. As estradas estavam pésimas (ou boas ... hehhehehe). Muita lama, carro atolando, algumas batidinhas do tipo "a árvore passou na minha frente e nem vi..." kkkk.
Mas o mais legal mesmo foi a ida para Paulistana no PI. Tivemos que subir uma pirambeira danada. Só pedras grandes e cascalhos, além de ter de cruzar um rio. Boa aventura. Gostei!!!
No finalzinho da viagem, inventaram de me chamar de playboy, pode? Aí, Telton e Sid: abraços pra vocês!
Aos demais da equipe da qual pude fazer parte, grande abraço e sucesso para todos vocês. Precisando de um "motorista picapeiro", TÔ AQUI!
Té mais.
Ah, as fotos vocês podem conferir no Flickr e alguns videos no Youtube. Outra coisa... Cara, quase morri de rir dos "locais" de Nascente dançando a música "Pisa na Barata", que por sinal é engraçadíssima. Dá uma escutada:Pisa na Barata.



